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Comentário das pranchas - Grupo 7

  Avaliações das pranchas  A7-Cerena: A problematização está exposta, mas ainda muito sucinta e esparsa. A proposta é apresentada de forma clara e objetiva. Faltou também uma relação formal da problematização/proposta com alguns conceitos do Hertzberger. Achei a prancha muito organizada, mas aconselho imagens maiores ou com foco maior no objeto, pois o tamanho pequeno de algumas dificultou o meu entendimento. Eu, como nunca tinha visto o projeto antes, gostaria de ver mais desenhos que explicariam alguns detalhes mais importantes que a maquete não consegue passar. C7-Luísa: Expôs as problematizações de modo sucinto, mas não atrapalhou o entendimento. Achei interessante os desenhos em cima da foto, por mais simples que sejam, permitem maior compreensão da proposta. Gostaria de mais fotos da maquete ou então um desenho do espaço interno, pois não entendi muito bem o parasita em si, apenas onde ele fica, seu acesso e seu objetivo. Também não entendi a questão dos dois andares...

Primeira Prancha Arquitetura Parasita

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Arquitetura Parasita - quarta orientação

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Para essa quarta orientação, fiz poucas alterações pois sinto que o projeto está chegando ao fim. Na estrutura de colocar coisas/sentar que projetei, adicionei mais plataformas a fim de extravasar um pouco mais o objeto em si mesmo. Dessa forma, há mais possibilidades para que o usuário escale e consiga achar algum lugar para permanecer. Também construí a plataforma elevatória, desenhei as janelas e adicionei a cobertura à estrutura retrátil. Além disso, mudei a disposição dos móveis e das janelas em razão do sol, ou seja, coloquei menos janelas no lado Oeste e mais janelas no lado Leste. 

Arquitetura Parasita - terceira orientação

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 Complementei a maquete do meu quarto com um pouco de decoração do espaço interno, além de complementar também a estrutura externa. Não terminei de colocar a cobertura, que seria o plástico, pois ela seria permanente e ainda tenho algumas adições a fazer na maquete em geral, então deixarei isso por último. Para compensar essa perda, fiz na maquete da casa uma representação externa da estrutura parasita. Por fim, mudei o modo de subir, de escada para plataforma elevatória demonstrada neste  desenho . Gostaria que o processo fosse mecanizado.

Arquitetura parasita - segunda orientação

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Nessa semana, devíamos já apresentar alguma proposta de intervenção espacial em nosso quarto, então adicionei o cômodo em cima do meu quarto na maquete e fiz o desenho inicial de como eu gostaria que o novo espaço fosse. Meu maior desejo é ter um espaço secreto, quase como um esconderijo, onde eu possa realizar minhas atividades favoritas e ainda realizar projetos de arquitetura, como essa maquete. Por outro lado, não gostaria de um ambiente escuro, que fosse aconchegante mas não tivesse iluminação suficiente para que eu pudesse cumprir atividades de leitura, por exemplo. Com isso, decidi criar um espaço um pouco maior que meu quarto no andar de cima, com acesso escondido por meio de uma escada apoiada na parede que se encontra dentro de um armário (bem Nárnia mesmo). Foi a única forma que consegui pensar para esconder a entrada. O espaço proposto seria bem iluminado por janelas esparsas e bem arejado também, por uma varanda que dá para o telhado, é importante ressaltar, e por isso ela...

Levantamento de dados sobre minha casa e maquete inicial

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Os professores pediram para levantarmos alguns dados sobre o nosso espaço e apresentar alguns diagramas. A análise está abaixo e os diagramas estão disponíveis por meio deste link . A minha casa está localizada em um terreno de aproximadamente 300 metros quadrados, em uma vila familiar. O fluxo de pessoas dentro da casa é alto, especialmente nas áreas comuns como sala, cozinha e varanda. Na sala, existe uma porta que vai para o corredor privativo que dá acesso aos quartos. Neles, o fluxo de pessoas é mínimo, basicamente se resumindo aos seus respectivos donos. O meu quarto, especialmente, tem a janela com a vista para a varanda, e quem está nela pode ver o que faço dentro do meu quarto. Dessa forma, ele tem uma privacidade reduzida em comparação aos outros quartos da casa. Incidência solar: Durante a manhã a parte da varanda recebe maior iluminação. Como a área do quartos é conectada à varanda por um ângulo aproximado de 140 graus, a incidência solar nos quartos é mais difusa, especi...

Os conceitos de Hertzberger analisados dentro de minha realidade

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     Antes de apresentar os conceitos e os exemplos que trouxe com base no livro Lições de Arquitetura, do Hertzberger, gostaria de salientar que a minha casa se encontra em uma vila familiar composta por seis casas, de tios, tias e avôs. POLIVALÊNCIA O meu quarto é um espaço quadrado de aproximadamente 12 metros quadrados, com uma janela que dá para a varanda. Os objetos inseridos nele não são presos ao espaço - com exceção da cômoda e do guarda-roupa - o que significa que posso mudá-los de lugar e dispô-los da maneira que achar mais agradável, e se eu tirar a cama e substituí-la por um sofá, por exemplo, o espaço pode virar uma sala de estudos. Essa possibilidade de mudança que o espaço oferece é caracterizado como polivalência por Hertzberger. Mais especificamente, ele aborda a polivalência como “uma forma que se preste a diversos usos sem que ela própria tenha de sofrer mudanças, de maneira que a flexibilidade mínima possa produzir uma solução ótima” (pág. 147). ...